Jeitinho brasileiro, o inimigo da qualidade! Por Eduardo Melo

Muitos autores vão dizer que o jeitinho brasileiro é fantástico, faz parte da nossa cultura e nos possibilita solucionar o que não tem solução! 
Dirão que é a livre manifestação da criatividade!
De fato, eles têm razão! O “jeitinho brasileiro” é a manifestação da criatividade nacional.
E está tão arraigado na nossa cultura que utilizamos deste artifício sem ao menos perceber!
E é exatamente aí que mora o perigo!
O “jeitinho brasileiro” é um verdadeiro sabotador do movimento pela qualidade!

Como Lean Seis Sigma evitou custo de R$1 milhão em Hospital por Éverton de Paula

O autor apresenta detalhes de um Projeto, na Indústria da Saúde, num Hospital de Médio porte sem fins Lucrativos.
O objetivo do Projeto era a Redução do Período de Permanência de Pacientes Hospitalizados, foi utilizado o método Lean e Six Sigma (DMAIC).
Numa linha do tempo de três a seis meses, buscava-se atingir uma economia de quase R$1 milhão anuais.

Manutenção Centrada em Confiabilidade existe? Por Jhonata Teles

O papel do setor de manutenção de uma empresa se resume basicamente em garantir e elevar os índices de disponibilidade e confiabilidade.
Por isso, a manutenção deve ser sempre centrada em confiabilidade!
O problema é que a maioria das empresas não sabem por onde começar.

Apenas 6% das empresas estão em um patamar de Classe Mundial, ou seja, apenas 6% das empresas têm os seus níveis de disponibilidade e confiabilidade maior que 85%.

Qual o melhor método para MELHORIA DA QUALIDADE no SEU CASO? Por Ian Hendra

Existem inúmeros sistemas e métodos que são divulgados e você se treina para realizar a “Melhoria Contínua” em sua empresa.
Entretanto, exceto pelos argumentos de venda, há poucas orientações sobre como escolher e na verdade só se fala da penúltima novidade.
O objetivo deste artigo é descrever a história de onde surgiram alguns dos sistemas mais famosos e o que eles estavam realmente tentando alcançar.

Certificador: Parceiro ou Policial? Por Arun Hariharan

No meu artigo anterior, “A falta de qualidade da ISO 9001?” compartilhei o exemplo do presidente de uma grande empresa que ridicularizou o ISO 9001, dizendo:
“Mesmo o escritório municipal desta cidade é certificado ISO 9001.
E todos sabemos o quão ruim é o município.
Não acredito que o ISO 9001 possa fazer o meu negócio de nada “.
O presidente era igualmente severo em suas opiniões sobre outras metodologias e modelos de qualidade.
Eu também escrevi sobre a discussão no grupo ISO 9001 do LinkedIn, onde mais de 150 respostas expressaram os pontos de vista dos membros sobre o comentário do presidente.
Vimos como o maior número de entrevistados parece pensar que a má qualidade é culpa da organização – particularmente seus líderes.
Aqui, analisaremos algumas das outras categorias de respostas.

Custos x Teoria das Restrições por Simone Espíndola de Oliveira

A Teoria das Restrições (TOC – Theory of Constraints), apresentada por Goldratt no livro A Meta, menciona que o custo é o inimigo da produtividade.
O custo sim.
Não o conhecimento dele no detalhe e as decisões tomadas com base neste conhecimento.
É preciso conhecê-lo para administra-lo, reduzi-lo, ser competitivo e superar a concorrência.
Porém qualquer custo mal administrado, mal calculado e subutilizado é prejudicial à empresa como um todo.

O que vale a pena saber sobre Plano de Ação e ninguém nunca fala? Por Evandro Menegaz

Se você é um bom gestor, faça agora um cenário mental, desenhando a situação real dos seus controles de processos e responda a você mesmo:
– O seu controle está alinhado a planejamentos e planos de ação?
– Você costuma avaliar a eficácia desses planos classificando seus Sucessos e Fracassos?
– Onde ficam os registros de todas essas avaliações, planejamentos e resultados?