SOS PYMES 20 claves para potenciar su empresa por Luciana Paulise

La actividad de las pequeñas y medianas empresas es uno de los motores de las economías emergentes.
Con su espíritu innovador dinamizan el mercado y generan millones de puestos de trabajo. Sin embargo, el 80 por ciento de ellas no sobrevive luego de los dos primeros años.
Desde entonces, su crecimiento estará sujeto no solo a los vaivenes macroeconómicos, sino también a un enemigo interno y silencioso:

la escasa profesionalización que afecta el desarrollo de sus empleados y
la calidad del producto

Porque é tão difícil implantar o Sistema Toyota no Brasil? Por Aníbal Haib

    Por Aníbal Haib Sempre que se comenta sobre a aplicação do Lean Manufacturing ou Sistema Toyota de Produção em empresas situadas aqui no Brasil, vem à mesma questão: “Aqui isso não funciona, brasileiro não é igual a japonês, esse sistema só funciona no Japão”. Porém fazendo uma análise mais aprofundada dos motivos de…

3 casos reais de Seis Sigma em PME’s por Roberto Rotondaro e Naré Mekhitarian

É de senso comum que os programas de qualidade sejam utilizados em empresas de grande porte, onde existem grandes falhas nos processos devido aos seus tamanhos. Porém, atualmente o mercado tem clientes cada vez mais exigentes e concorrentes bem preparados e, para sobreviver em tal mundo, é necessária inovação constante, não só para as grandes, mas também para as pequenas e médias empresas (PMEs). Além disso, grandes multinacionais sempre têm uma gama de PMEs fornecedoras. Ou seja, as PMEs são a base da qualidade mesmo das grandes empresas. Este trabalho apresenta um estudo sobre a aplicabilidade do método Seis Sigma em empresas de pequeno e médio porte através de revisão bibliográfica e pesquisa de campo em três empresas: Caso 1, indústria química em que foi acompanhada a implementação do programa em um dos setores da empresa; Caso 2, empresa de código de barras; e Caso 3, pequena empresa de engenharia. Por fim, foi realizada a análise cruzada dos três casos.

Right question, wrong question by Arun Hariharan

Years of experience working with businesses—especially in areas related to quality, customers, and continuous improvement—have taught me some lessons.
One of the most valuable is knowing the right question to ask.
Although it may seem like common sense, many of us hear wrong questions, and even ask them, during the course of the business day.
Wrong questions invite reacting, rather than taking action, and unwanted results—or no results.
Therefore I thought it worth listing some wrong questions and statements along with what could be asked and said instead.

8 formas de perder dinero por Luciana Paulise

En toda empresa el objetivo siempre es ganar dinero, es la razón de su creación. Para ello generalmente solemos enfocarnos en cómo generar más, y no tanto en cómo gastar menos. Justamente esta semana hablaba con un cliente que estaba muy interesado en saber la “verdadera” rentabilidad de sus productos, ya que el sistema mostraba cerca de un 60%, pero el bien sabía que no era así. Estaba seguro que había costos que no aparecían en los reportes y que mermaban su rentabilidad. La metodología lean habla de 8 desperdicios o formas de perder dinero que es bueno tener en cuenta. Seguro que varias de ellas están reduciendo tus ingresos silenciosamente.

FMEA de Serviços: prevenção na melhoria de Serviços por Roberto G. Rotondaro

De acordo com a definição de serviços, uma das características é a proximidade com o cliente durante o processo de elaboração e entrega do serviço, por isso, se alguma coisa der errada, isto acontecerá na sua frente.
Este artigo mostra como, a partir dos conceitos da técnica FMEA, é desenvolvida uma ferramenta de prevenção, a SFMEA, que é adequada para prevenir a ocorrência de falhas durante a produção dos serviços, de modo que estes sempre atendam às expectativas dos clientes.
Um grupo de pessoas envolvidas com a tarefa desenha o fluxo do serviço identificando os momentos da verdade, aqueles momentos em que o cliente entra em contato com a organização prestadora do serviço.

Estes pontos serão a base para a aplicação da técnica de SFMEA, de modo a eliminar a possibilidade de falhas durante a entrega do serviço. São apresentados dois exemplos de aplicação da ferramenta, de modo a comprovar a sua eficácia.

Falando de Food Safety: do HACCP à FSSC 22000. Por Marco T. Bertolino

Em 2005 foi publicada a ISO 22000 – Sistemas de Gestão da Segurança de Alimentos, uma norma aplicável a qualquer empresa do segmento de alimentos, inclusive insumos e embalagens.
Tinha a ambição de ser compatível e harmonizar um sistema de gestão com base no HACCP, e mais, integrável num SGI com a ISO 9001.
Mas a ISO 22000 não foi um consenso, por não tratar de GMP e MIP.
A solução veio com a FSSC 22000 que integrava a ISO 22000 com a ISO/ TS 22002 que derivou da Norma PAS 220.
Agora no formado da FSSC 22000 existe uma Norma completa e abrangente sobre Food Safety e com uma aceitação Internacional.