Troca Rápida de Ferramentas ou SMED: um caso real por Eduardo Avi

A Troca Rápida de Ferramentas (TRF) tem por objetivo reduzir o tempo de setup de equipamentos, minimizando períodos não produtivos no chão-de-fábrica. Como consequência, é possível a redução do tamanho dos lotes de produção na manufatura. A TRF fundamenta-se em técnicas que enfatizam o trabalho cooperativo em equipe e a proposição de formas criativas de melhoria de processos. Este trabalho apresenta uma proposta prática da aplicação da TRF em uma linha de montagem de braços de controle para o subframe utilizado nos automóveis, constituída dos seguintes passos: definição do projeto, planejamento das atividades, treinamento da equipe de implantação, implantação propriamente dita, acompanhamento e consolidação. Diversos resultados bastante interessantes são comentados corroborando os benefícios da técnica SMED de implantação de TRF em sistemas de produção.

Aplicando ANOVA na Gestão de Processos por Augusto Sacramento

A Análise de Variância (Anova) é, provavelmente, o método estatístico de maior repercussão na pesquisa científica, especialmente na experimentação agrícola, de onde surgiu como uma das muitas provas do gênio de Fisher.
Anova difundiu-se rapidamente entre os pesquisadores. Para muitos deles, a estimação das componentes de variância era irrelevante, mas em muitos casos essas estimativas tornavam-se necessárias.
Tudo isso era bem conhecido até o fim da 2a Guerra Mundial. Entretanto, depois desse período surgiu novo conceito introduzido por Churchill Eisenhart (1913 – 1994) em artigo sobre pressuposições em que se baseia a análise de variância, Eisenhart (1947).

Six Sigma: Caso ALCAN, aprendizados e conclusões. Por Paulo C. Ferreira Franco

Mini-curso em quatro partes sobre “Qualidade Seis Sigma: abordagem gerencial”
Primeira: introdução. glossário, bases e razões. :
Segunda: estratégia de ruptura, plano de implementação
Terceira: recursos, organização e cultura 6 Sigma, QFD.
Quarta: Estudo caso ALCAN, resultados.

Six Sigma: recursos, organização e cultura, QFD. Por Paulo C. Ferreira Franco

Mini-curso em quatro partes sobre “Qualidade Seis Sigma: abordagem gerencial”
Primeira: introdução. glossário, bases e razões. :
Segunda: estratégia de ruptura, plano de implementação
Terceira: recursos, organização e cultura 6 Sigma, QFD.
Quarta: Estudo caso ALCAN, resultados.

SWOT – fácil de entender e usar no Ciclo da Gestão da Estratégia. Por Alessandra A. Fattori Dias de Souza

Hoje falaremos da ANÁLISE DE SWOT, ferramenta simples e básica, utilizada tradicionalmente para análise de cenários e análise de ambiente durante o processo de Planejamento Estratégico das organizações.
SWOT é uma sigla em inglês significando:
S – STRENGHTS (Forças)
W – WEAKNESSES (Fraquezas)
O – OPPORTUNITIES (Oportunidades)
T – THREATS (Ameaças)

KAIKAKU: Melhoria Contínua em tempos de crise. Por Arestides de Souza

Hoje é comum ouvir executivos falarem sobre aumentar produtividade, eficiência, reduzir estoques, custos e melhorar atendimento.
Parte da pressão vem das promessas colocadas aos acionistas que em momentos de crise vão além, incluindo prazos como 60 dias, final de 2015 ou início de 2016.
Para atingir os objetivos e as metas prometidas é preciso uma mudança de atitude dos gestores das empresas.
As premissas estabelecidas na Melhoria Contínua são um meio de atenderem as necessidades e expectativas caso contrário, a empresa corre o risco de perder competitividade no mercado que atua.
E o que deve ser feito? Realizar 5S, grupos Kaizen, TPM e outras atividades são práticas utilizadas na implantação de uma filosofia de Melhoria Contínua.

ISO9001:2015 Conceitos de Planejamento explicitados como requisitos. Por Paulo S. Giusti

Para quem usava realmente a ISO9001 como um modelo de Sistema de Gestão da organização, deve ter percebido que muitas das coisas que uma organização fazia para tornar sua gestão eficaz, agora ficaram explicitas em termos de requisitos.
Para qualquer organização ter sucesso, esta depende um bom Planejamento Estratégico que leva em consideração seu ambiente interno e externo, as necessidades de suas partes interessadas e as oportunidades e riscos associados a estes aspectos.
Baseado em uma análise destes aspectos, as organizações definem normalmente, objetivos de curto, médio e longo prazo e criam um sistema interno planejado para fazer com que estes objetivos sejam alcançados.
O que temos que ter em mente é que estes objetivos podem ser alterados em função do contexto em que a organização esta inserida, e que este processo é dinâmico, por isso a grande importância de uma boa gestão em todos os níveis alinhada com os objetivos estratégicos e capaz de corrigir qualquer desvio de rumo em função de estímulos internos ou externos.